HOME

Home

Aplicativo de entregas cria botão contra violência doméstica

Saiu no site OBSERVATORIO TERCEIRO SETOR

Veja a publicação original:    Aplicativo de entregas cria botão contra violência doméstica

 

 

Botão de socorro no Rappi foi desenvolvido em parceria com o projeto Justiceiras, e visa auxiliar vítimas de agressão durante a quarentena

 

Foto: Reprodução/rawpixel

Por: Mariana Lima

A plataforma de entregas Rappi iniciou uma parceria com o projeto Justiceiras, criado pela promotora de justiça Gabriela Manssur, para atuar no combate à violência contra a mulher.

A iniciativa conta com mais de 2 mil profissionais das áreas jurídica, psicológica, de saúde e assistência social. Apenas em março, o projeto identificou que 2.500 medidas protetivas foram decretadas em caráter de urgência em São Paulo. Em comparação, fevereiro registrou apenas 1.934.

O desenvolvimento da iniciativa com o Rappi consiste na criação de um botão de socorro no aplicativo, o ‘SOS Justiceiras’. O app pode ser utilizado por qualquer mulher em situação de vulnerabilidade para receber apoio das profissionais cadastradas.

Ao acionar o botão pelo aplicativo, a vítima será direcionada para um formulário simples de triagem e as integrantes do Justiceiras recebem o caso, e entram em contato com a mulher, via WhatsApp, para iniciar a conversa.

A ação faz parte da campanha #NãoÉSóDenunciar, visando mostrar que há uma série de processos que uma vítima de violência precisa enfrentar.

Fonte: Exame

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME