HOME

Home

Alice Wegmann rompe tabu de autoestima: “importante reconhecer a tristeza”

Saiu no site UNIVERSA:

 

Veja publicação original: Alice Wegmann rompe tabu de autoestima: “importante reconhecer a tristeza”

.

Prestes a finalizar seu trabalho em “Onde Nascem os Fortes”, Alice Wegmann tem feito reflexões sobre o encerramento de um ciclo em sua vida — e como isso impacta sua autoestima.

.

E a atriz compartilhou um pouco deste momento duro com os fãs em seu Instagram, onde descartou estigmas e tabus a respeito do amor-próprio para falar, abertamente, sobre suas emoções.

.

“É importante reconhecer a tristeza e é importante senti-la, ainda que doa. Tudo bem não estar bem, às vezes. Acordei nos últimos dias sabendo que seriam dias difíceis. E aceitei isso”, afirmou nesta quarta (30).

.

Em uma potente carta aberta, Alice frisa a importância de reconhecer e dar espaço para sentimentos, ainda que não sejam socialmente desejáveis ou aceitos.

.

“É bom chorar. Eu adoro, mesmo que não faça isso tanto. Sentir é bom. Quando uma coisa está perto do fim, a gente começa a recapitular tudo desde o início. Vai puxando lembranças que se perderam por aí”.

.

Ela ainda relembra o início de sua trajetória de filmagens no sertão da Paraíba.

.

.

“Hoje eu lembrei desse dia em que chorei vendo o pôr do sol no Lajedo. Lembrei de colocar a mão para fora da janela na estrada de terra e de jogar um jogo com o vento. Lembrei do quanto o sertão me provocou. Lembrei dos amigos que fiz com esse trabalho. Lembrei do susto que levei sendo convidada para cá e lembrei de vezes que pensei que essa personagem estava, para mim, escrita nas estrelas. E lembrei do quanto vai ser difícil me despedir dela”.

.

A atriz ainda destacou, para os seguidores, que sentimentos como este são legítimos e naturais.

.

“Tem dias que a porta do elevador abre e o vizinho te dá boa noite e os seus olhos enchem d’água porque sim. E tá tudo bem. Ainda que doa. É bom sentir”, finalizou.

 

 

 

 

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME