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A 2ª EDIÇÃO DA VIRADA FEMININA 2018 ACONTECERÁ DIA 27/05

Justiça de Saia apoia e faz parte da Virada Feminina, um projeto de empoderamento feminino que começou com 20 pessoas, e hoje alcança o Brasil inteiro.

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Confira algumas fotos da primeira Virada Feminina, que aconteceu em 2017:

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Este ano nosso grupo de trabalho estará abordando o tema “enfrentamento à violência contra a mulher”, e contaremos com diversas mulheres empoderadas para abordar este tema junto a nós. que fomentará o debate positivo sobre os assuntos “representatividade feminina x violência política”, “violência doméstica e alienação parental” e “o papel do homem na promoção da igualdade de gênero e violência de gênero”.

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Estendemos este convite à todas e todos que queiram fazer parte deste movimento que cresce mais a cada dia, e que lutam por uma sociedade mais igualitária, menos violenta e opressora para todas as mulheres.

Juntas somos mais forte, Vamos juntas!

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Confira o PROJETO VIRADA FEMININA 2018

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Confira o EVENTO NO FACEBOOK.

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Para se Inscrever na Virada Feminina 2018, CLIQUE AQUI

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VEJA TAMBÉM: VIRADA FEMININA – UM MOVIMENTO GLOBAL DE EMPODERAMENTO FEMININO

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VEJA TAMBÉM: DIRETORAS DA APMP PARTICIPAM DA ‘VIRADA FEMININA’ NA ALESP

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VEJA TAMBÉM: APROVADA A LEI QUE INCLUI A VIRADA FEMININA NO CALENDÁRIO DE SÃO PAULO

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VEJA TAMBÉM: A VIRADA FEMININA PROMOVE ENCONTRO PELOS 16 DIAS DE ATIVISMO DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

 

 

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“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

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