Saiu no site FORBES
Cerca de 62% das brasileiras já deixaram de viajar solo por questões de segurança. Por isso, a Forbes reuniu dicas para as mulheres se sentirem segura…
Letícia Pavim é uma mulher que viaja sozinha e já visitou mais de 40 países
ada hora eu estou em um lugar e trazendo dois pontos: inspirar mulheres e quebrar estereótipos de países, mostrando que o mundo vai muito além dos Estados Unidos e a Europa tradicional”, afirma Letícia Pavim, diretamente de seu treinamento de kung fu do outro lado do mundo, China.
Diretamente do Templo de Shaolin, região milenar da arte marcial, Letícia contou sobre sua trajetória como viajante solo até a experiência que vivenciava. Formada em Relações Internacionais e criadora de conteúdo sobre viagens, a jovem de 26 anos já visitou mais de 40 países, sendo 27 viagens com sua própria companhia.
Ela não é a única a explorar o mundo dessa forma. Quatro em cada 10 brasileiras já viajaram sozinhas e cerca de 31% delas realizam esse tipo de atividade com frequência. Por outro lado, 62% afirmaram que já deixaram de viajar por questões de segurança.
A pesquisa foi realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Unesco, que entrevistou 2.712 mulheres de todas as regiões do país, em 2025. O trabalho resultou no Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas com orientações e dados para promover um turismo mais seguro para essa população.
Foi pensando nisso também, que a Forbes conversou com quatro mulheres que já conheceram dezenas de países sozinhas para entender a experiência por trás do ato de independência e coragem. Letícia Pavim, Alessandra Stockler,Gabriela Procopio e Daniela Filomena compartilham histórias, dicas e uma missão em comum: a vontade de inspirar outras mulheres a explorar o mundo sozinhas.
Qual o melhor destino para mulheres?
Antes mesmo de qualquer planejamento financeiro, logístico ou cultural, a preparação sempre começa com a escolha do destino. E sendo uma exploradora solo de primeira viagem, um dos fatores decisivos para essa decisão passa pela questão linguística. Ter a tranquilidade que a comunicação será clara e eficiente deve ser uma das prioridades neste momento.
“O idioma realmente é uma barreira. Se você não consegue comunicar a sua ideia, o que quer ou o que pensa, isso vai te deixar aflita e insegura. Então é importante estudar inglês, se você quer viajar sozinha”, aconselha Letícia.









