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Idris Elba sobre feminismo no cinema: ‘Só é difícil para homens que escondem algo’

Saiu no site INSTITUTO GELEDÉS

 

Veja publicação original:  Idris Elba sobre feminismo no cinema: ‘Só é difícil para homens que escondem algo’

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O ator inglês Idris Elba definitivamente vive um bom momento em sua carreira: sua série Luther, na BBC, alcançou sucesso e lançará uma nova temporada, e ele acaba de ser eleito pela revista People o “homem mais sexy do mundo” – em suma, Elba está em voga. Por isso seu posicionamento recente a respeito do feminismo no cinema e do movimento #MeToo, que denunciou uma série de abusos e abusadores na indústria, ganhou ainda vulto e importância maiores: em entrevista para o jornal The Sunday Times, o ator se posicionou contundentemente em favor do movimento.

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Por Vitor Paiva

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Ao ser perguntado sobre se era difícil hoje em dia ser um homem em Hollywood por conta do #MeToo e outros tantos levantes femininos similares, Elba respondeu: “Só é difícil se você é um homem com algo a esconder”. Rapidamente o ator ganhou aplausos de suas colegas online, diante da viralização de seu comentário.

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Essa não é a primeira vez que Idris Elba se alinhou à luta feminina: no ano passado, durante a promoção do filme A Grande Jogada, ele celebrou a importância de um filme conduzido, protagonizado e realizado majoritariamente por mulheres naquele momento. “Estamos vendo as mulheres se levantarem por um movimento de liberação, e falando contra algumas das atrocidades que aconteceram”, concluiu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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