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Agora é que são elas: 6 filmes protagonizados por mulheres incríveis para ver ainda essa semana

Saiu no site HYPENESS

 

Veja publicação original:  Agora é que são elas: 6 filmes protagonizados por mulheres incríveis para ver ainda essa semana

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Lugar de mulher é na telinha, na telona e onde mais ela quiser. Mesmo que ainda tenha menos chances de conseguir posições de liderança, a mulherada já conquistou seu lugar na indústria cinematográfica e, cada vez mais, reivindica uma representatividade longe de papéis superficiais e estereotipados.

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Separamos aqui seis filmes em que histórias femininas ganham papel de destaque – e você merece vê-los ainda essa semana!

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Grandes Olhos

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Apesar de ter errado rude ao tentar explicar a ausência de atores negros em seus filmes, Tim Burton acertou em cheio ao contar a história da artista Margaret Keane (Amy Adams), que viu sua obra ser explorada pelo marido durante anos como se ele fosse o autor dos quadros. A produção mostra a trajetória da pintora e a disputa judicial do casal pelo direito sobre as pinturas.

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Jogos Vorazes

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Baseada na trilogia literária criada por Suzanne Collins, a série de filmes é protagonizada por Katniss (Jennifer Lawrence). Ela vive uma adolescente de 16 anos que vai a um reality showextremo em que o principal objetivo é sobreviver.

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Aquarius

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Produção brasileira protagonizada pela maravilhosa Sonia Braga, no papel da jornalista Clara, uma mulher decidida que encara de frente a especulação imobiliária que busca derrubar o edifício Aquarius, em Recife, para erguer uma nova e moderna construção no lugar.

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Cisne Negro

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Obcecada pela dança, a bailarina Nina (Natalie Portman) desenvolve uma relação doentia com Lily (Mila Kunis), outra dançarina cotada para interpretar “O Lago dos Cisnes” ao seu lado.

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Que horas ela volta

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Difícil não se inspirar com a força e a irreverência da personagem Jéssica (Camila Márdila). Criada em Pernambuco pelo avô após sua mãe Val (Regina Casé) ir trabalhar como babá para uma família de classe alta em São Paulo, Jéssica visita a mãe, que vive na casa dos patrões, para prestar vestibular em uma universidade paulista. Sua maneira contestadora abala as estruturas da família. Por sinal, o filme vale como uma verdadeira aula sobre a sociedade brasileira.

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Rogue One

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Os filmes da saga Star Wars são especialistas em trazer mulheres poderosas para as telas. Em Rogue One: Uma história Star Wars o destaque fica por conta da protagonista Jyn Erso (Felicity Jones), uma rebelde que não tem medo de usar sua força em prol de um bem maior.

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Telecine Play reuniu uma lista de filmes protagonizados por mulheres poderosas. No serviço, podem ser vistas as produções indicadas acima e muitas outras que colocam a mulherada em papel de destaque nas telas. Espia só todos os títulos da lista de exibição “Agora é que são elas”.

 

 

 

 

 

 

 

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Preliminares rejeitadas Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora Lucimeire Maria da Silva, afastou inicialmente a alegação de inépcia da inicial. Segundo a magistrada, a petição apresentou de forma lógica a causa de pedir e os fatos e fundamentos jurídicos necessários ao exercício do contraditório. Também rejeitou a alegação de cerceamento de defesa. O voto destacou que os réus participaram virtualmente da audiência e tiveram oportunidade de prestar depoimento pessoal, mas a produção da prova foi inviabilizada por eles próprios. Conforme registrado na ata, os réus foram instados três vezes a abrir a câmera. Quando um deles finalmente o fez, constatou-se que ambos estavam no mesmo ambiente. Mesmo após duas determinações para que permanecessem separados, de modo a preservar a incomunicabilidade entre os depoentes, eles não atenderam à ordem. Provas da espionagem No mérito, a desembargadora afastou a alegação de insuficiência de provas. Além da perícia realizada no aparelho, destacou os depoimentos que descreveram como ocorreu a instalação do programa e a forma de acesso às informações. Conforme ressaltou, tanto a vítima quanto os informantes afirmaram que os réus chegaram a mostrar à mulher informações e imagens obtidas pelo aplicativo, em uma espécie de intimidação. Para a relatora, o conjunto probatório demonstrou suficientemente que a mulher foi submetida a reiterada perseguição pelo ex-companheiro e pelo filho, que instalaram o aplicativo para monitorar suas ligações, localização e outros dados pessoais. Violação da intimidade Ao analisar a responsabilidade civil, a magistrada considerou que o monitoramento clandestino representou ingerência abusiva na esfera privada da mulher e violou direitos da personalidade, especialmente a intimidade, a vida privada e a liberdade individual. Segundo o voto, a instalação de mecanismo de vigilância sem consentimento caracterizou ato ilícito, nos termos do art. 186 do CC. Comprovados também o dano e o nexo causal, incidiu o dever de indenizar previsto no art. 927. A relatora o dano moral in re ipsa. De acordo com ela, a gravidade da violação à esfera íntima torna desnecessária a demonstração específica do prejuízo. Conforme afirmou, a vigilância constante, mediante interceptação de dados pessoais e monitoramento da rotina, ultrapassou mero dissabor e atingiu a dignidade, a autonomia e a segurança emocional da vítima. Violência doméstica Outro ponto destacado foi o enquadramento da conduta na lei Maria da Penha. Para a magistrada, o vínculo familiar não reduz a gravidade dos fatos, ao contrário, aumenta a reprovabilidade do comportamento, diante dos deveres de lealdade, respeito e proteção esperados nas relações familiares. A relatora observou que a instalação do aplicativo para acompanhar comunicações, deslocamentos e a rotina da mulher constitui forma de controle abusivo e invasivo no âmbito familiar. Assim, enquadrou a prática nas modalidades de violência psicológica e moral previstas no art. 7º da lei 11.340/06. Segundo o voto, a vigilância clandestina submeteu a vítima a situação de permanente controle e violação de sua esfera íntima, afetando diretamente sua liberdade e integridade psíquica. “A utilização de mecanismos tecnológicos para vigilância não autorizada intensifica a reprovabilidade do comportamento, evidenciando dolo e deliberada intenção de controle”, registrou. Indenização majorada Ao examinar o recurso da vítima, a relatora concluiu que os R$ 5 mil fixados contra cada réu eram insuficientes diante das circunstâncias do caso. Segundo o voto, a definição do dano moral deve considerar a situação das partes, a extensão do dano e a gravidade da culpa, além de observar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, sem permitir enriquecimento sem causa nem reduzir a condenação a montante incapaz de cumprir sua função preventiva e corretiva. No caso, a desembargadora classificou a conduta dos réus como “extremamente reprovável” e destacou o real constrangimento imposto à vítima. Assim, fixou a reparação em R$ 6 mil por réu, totalizando R$ 12 mil, valor considerado mais adequado para compensar a violação aos direitos da personalidade e desestimular novos atos ilícitos. O entendimento foi acompanhado pelo colegiado. Processo: 0710401-64.2022.8.07.0005 Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/462340/filho-e-ex-indenizarao-por-espionar-celular-de-mulher-apos-termino

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