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CASA TPM 2018

Hoje (23/06) tive o imenso prazer de participar da Casa TPM. Ano passado fui uma das telespectadoras e encantada com o evento, pensei: um dia vou estar sentada nessas cadeiras. Esse dia chegou. Que dia!

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Fiz parte do grupo de debate “Precisamos falar com os Homens”, intermediado pelo diretor de conteúdo da revista trip Felipe Gil, e que contou também com as participações do ator Jesuíta Barbosa e do fundador do Papo de Homem Guilherme Nascimento.

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Pude trazer para o debate toda a experiência que acumulei na ‘ressocialização do autor de violência doméstica’, e os pontos levantados pelos outros participantes apenas fortaleceram essa ideia, uma vez que cada um deles já foi capaz de refletir sobre as próprias ações, sobre como modificá-las e sobre medidas para combater o machismo carregado pela grande maioria dos homens.

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Foi uma honra participar deste evento que só faz somar a luta das mulheres por direitos. Afinal, todos somos responsáveis pela construção de uma sociedade que não coloque em risco a vida da mulher. Agradeço à Revista TPM, Revista Trip , à Casa TPM e à todos os envolvidos. Até a próxima!

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“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

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