HOME

Home

Animadas e barulhentas, mulheres se destacam na torcida do Irã

Saiu no site BAND ESPORTES:

 

Veja publicação original: Animadas e barulhentas, mulheres se destacam na torcida do Irã

.

Proibidas de frequentar os estádios em seu país, torcedoras encontram na arquibancada uma forma de reivindicar seus direitos

.

Elas precisaram deixar o país onde nasceram para realizar um sonho: ir ao estádio ver sua própria seleção jogar futebol. Em Moscou, a torcida do Irã tem sido uma das mais animadas e barulhentas nos arredores da Praça Vermelha, mas são as mulheres as mais empolgadas com a Copa do Mundo.

.

Por uma determinação do governo iraniano, as mulheres não são autorizadas a entrar em um estádio de futebol, sob o risco de serem presas. “Aqui não é o Irã”, comemora Nastaran, uma estudante de odontologia de Teerã, vestida orgulhosamente com a camisa de sua seleção e com uma bandeira na mão.

 

 

 

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME