HOME

Home

Maratona Caixa Fortaleza 2015 – Instituto Maria da Penha e Movimento Pela Mulher

Depois que fizemos a primeira edição da Corrida Movimento Pela Mulher aqui em São Paulo, em março de 2015, e conseguimos investir em Ongs, Associações e Institutos que desenvolvem projetos de combate à violência contra a mulher, resolvemos tentar fazer uma corrida em Fortaleza, cidade da Maria da Penha, para divulgarmos a causa  e conseguirmos investir no Instituto Maria da Penha.

A Latin Sports abraçou a idéia  e nos propôs uma parceria na realização da Maratona Caixa de Fortaleza, sendo que R$10,00 de cada inscrição fossem revertidos ao Instituto Maria da Penha, com o apoio do Movimento pela Mulher.

E não é que deu certo? N dia 1o.  de novembro estávamos lá, correndo lado a lado pelo fim da violência contra a mulher. A Maria da Penha esteve presente, elogiou nossa iniciativa e ficou muito feliz com a doação de R$18.000,00 para o Instituto.

A promotora de justiça Fabiola Sucasas, também corredora, especialista em violência contra a mulher e minha amiga, participou dessa ação e corremos juntas, com nossos maridos, pela causa que tanto acreditamos (fizemos um revezamento de 4 e sofremos muito com o calor). Mas valeu cada gota de suor.

A corrida estava perfeita, super bem organizada, com uma energia contagiante e muito comprometimento de todos e todas.

Obrigada Latin Sports, Caixa, Instituto Maria da Penha e Fabiola Sucasas pela parceria. Ano que vem vamos repetir a dose, se Deus quiser. É o esporte como instrumento de transformação social. Eu acredito.

IMG_8028

 

IMG_8053

 

IMG_8036
Minha amiga e parceira Promotora Fabiola Sucasas

 

 

IMG_8038

 

IMG_8040

 

IMG_8063

 

IMG_8057

 

IMG_8051

 

IMG_8178
Primeira Colocada Maratona Caixa Fortaleza 2015

 

 

IMG_8171

 

IMG_8172

 

IMG_8195

 

IMG_8078

 

IMG_8125

 

IMG_8192

 

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

Categorias

Veja também

“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

HOME