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33 mil pessoas visitam o CONARH 2019

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Veja publicação original: 33 mil pessoas visitam o CONARH 2019

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A 45ª edição do CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) encerrou sua programação com a palestra do cantor e compositor Toni Garrido, que abordou como a sua trajetória de vida, cercada de superação e valoração do ser humano, o guiou para o caminho de construção de sua carreira. Sob o tema #Humanize, o CONARH reuniu grandes especialistas do setor e recebeu 33 mil pessoas entre os dias 13 e 15 de agosto, no São Paulo Expo.

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Um dos maiores eventos do gênero do mundo, o CONARH contou com dezenas de palestras magnas e simultâneas, além da feira de negócios Expo ABRH, que contou com 170 expositores, além das palestras da Arena Gympass, Arena Nexialistas e Espaço ABRH, e dos espaços Open Jungle, Lab Digital e Squad Challange, que proporcionaram diferentes atividades sobre inovação aberta.

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A abertura oficial, no dia 13, foi realizada por Sandra Gioffi, diretora do CONARH, seguida da apresentação da Orquestra Instituto GPA.  No segundo dia, os palestrantes de destaque foram Major Karla, do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e uma das responsáveis pelos salvamentos em Brumadinho (MG),  o empreendedor Rick Chesther, a atriz Bruna Lombardi, a ex-atleta Lais Souza, Frederico Trajano, presidente da Magazine Luiza, entre outros. No último dia, o evento foi encerrado pelo cantor e compositor Toni Garrido com moderação de Leyla Nascimento, presidente da World Federation of People Management Association (WFPMA).

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Confira as palestras de destaque do dia 15 de agosto, terceiro e último do CONARH 2019:

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“Valores: do que estamos falando?”, com Denise Fraga, atriz, palestrante e colunista.

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“É hora de transformar! Novos cenários, novas atitudes – Um olhar feminino sobre os novos tempos”, com Ana Paula Bogus, gerente geral da operação da Kimberly Clark Professional, e Gabriela Manssur, promotora de justiça do Estado de São Paulo e membro do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica – GEVID.

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“A missão de impactar a vida e a trajetória de jovens em situação de vulnerabilidade”, com Cassio Casseb, membro do conselho das Lojas Marisa, Smiles S.A. e Instituto de Reciclagem do Adolescente, além de sênior advisor do Banco Morgan Stanley no Brasil, da Temasek e da Principal Financial Group;

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“A morte é um dia que vale a pena viver”, por Ana Claudia Arantes, sócia-fundadora da Associação Casa do Cuidar – Prática e Ensino em Cuidados Paliativos.

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“Superação e Coletividade!”, com o cantor e compositor Toni Garrido.

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45º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas
Data: 13, 14 e 15 de agosto de 2019
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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