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“Rainha de Katwe”: o filme da Disney que promete jogar luz sobre a questão da representatividade negra

Saiu no site Marie Claire: 

O longa estrelado por Lupita Nyong’o e com trilha sonora de Alicia Keys é baseado na história real de Phina Mutesi, uma garota de dez anos que luta para sobreviver em um bairro pobre de Uganda

Estreia agora em setembro, nos Estados Unidos, um dos filmes da Disney mais aguardados do ano. “Rainha de Katwe” ainda não chegou aos cinemas, mas já tem rendido repercussão. O longa, que conta a história real de Phina Mutesi, uma menina de dez anos que luta pela sobrevivência em Uganda, promete colocar em pauta a importante questão da representatividade negra.

Phina, interpretada pela jovem Madina Nalwanga, é filha de Harriet Mutesi, representada por Lupita Nyong’o. Ela vive no bairro pobre de Kampala e descobre no xadrez uma maneira poderosa de enfrentar algumas dificuldades – a perda do pai e da irmã e as adversidades da vida na favela.

O filme é uma adaptação do filme homônimo do jornalista Tim Crothers, que tirou Phina do anonimato em 2013 e conta ainda com outros atores de peso: David Oyelowo, Ntare Mwine e Maurice Kirya e Charity Rose Pimer.

A cantora Alicia Keys fica a cargo da principal canção da trilha sonora do filme, batizada de Back to Life, que promete emocionar muita gente dentro das salas de cinema.

“Rainha de Katwe”ainda não tem previsão de estreia no Brasil, mas, enquanto isso, confira o trailer e se deixe apaixonar pela música.

Publicação Original: “Rainha de Katwe”: o filme da Disney que promete jogar luz sobre a questão da representatividade negra

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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