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Homem que filmou por baixo de saias de mais de 500 mulheres é preso em Madri

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:   Homem que filmou por baixo de saias de mais de 500 mulheres é preso em Madri

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Colombiano de 53 anos foi detido em flagrante; ele publicava vídeos em site pornográfico. Entre as 555 vítimas que aparecem em seus 283 vídeos estão menores de idade.

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Um homem que filmou por baixo das saias e vestidos de mais de 500 mulheres foi preso em Madri, anunciou nesta quarta-feira (21) a Polícia Nacional da Espanha. Ele captava as imagens em metrôs, trens e supermercados e depois as publicava em um site pornográfico, sem conhecimento das vítimas. A prática é conhecida pelo nome de upskirting.

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O nome do homem não foi divulgado, mas a polícia informou que ele é colombiano e tem 53 anos de idade. Para conseguir filmar as mulheres sem ser notado, usava um celular escondido em uma mochila e chegava a puxar assunto com algumas delas, conseguindo assim se aproximar para obter imagens melhores.

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Homem que filmava por baixo da saia de passageiras é preso em flagrante em metrô de Madri, na quarta-feira (21) — Foto: Divulgação/Polícia Nacional da Espanha

Homem que filmava por baixo da saia de passageiras é preso em flagrante em metrô de Madri, na quarta-feira (21) — Foto: Divulgação/Polícia Nacional da Espanha

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Foram publicados 283 vídeos, nos quais aparecem 555 mulheres, algumas delas menores de idade. Em alguns casos, os rostos das vítimas também são vistos. Até o momento, 29 delas, gravadas em apenas cinco dias, já foram identificadas.

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A polícia diz que o colombiano foi preso em flagrante quando filmava uma mulher em um vagão de metrô. Em uma operação de busca em sua casa foram encontrados três HDs e um notebook com dezenas de giga de vídeos armazenados.

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Agentes da Polícia Nacional dizem que o homem realizava as filmagens diariamente, e chegava a fazer várias vítimas todos os dias. Uma análise de seu perfil no site onde ele publicava os vídeos mostrou que ele tinha 3.519 assinantes, 84.594 visitas e um total de 1.367.999 visualizações em suas publicações.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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