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Bônus de mulheres do HSBC são 70% mais baixos do que de homens

Saiu no site EXAME 

 

Veja publicação original:    Bônus de mulheres do HSBC são 70% mais baixos do que de homens

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A diferença salarial entre homens e mulheres nos serviços financeiros tem ganhado destaque com a divulgação dos dados

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Por Harry Wilson e David Hellier

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A equipe de mulheres do HSBC Holdings no Reino Unido recebe uma bonificação quase 70% mais baixa do que seus colegas do sexo masculino. Ainda assim, a diferença apresentou melhora significativa em relação ao ano anterior.

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O relatório mais recente sobre os salários de homens e mulheres divulgado pelo banco britânico mostrou que a diferença entre os pagamentos discricionários para funcionárias diminuiu 85% em 2018. No geral, o HSBC divulgou uma diferença salarial entre homens e mulheres de 55% contra 61% há um ano. O banco não quis fornecer mais detalhes sobre o relatório, que inclui dados até abril de 2019.

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A diferença salarial entre homens e mulheres nos serviços financeiros tem ganhado destaque com a divulgação dos dados ao público. Parlamentares britânicos se reuniram esta semana com representantes do setor, como a responsável de recursos humanos do HSBC, Elaine Arden, para obter informações sobre os avanços das condições de trabalho para as mulheres no setor.

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Empresas com mais de 250 funcionários do Reino Unido são obrigadas a informar dados sobre diferença salarial entre homens e mulheres, calculados com base na diferença entre os salários médios por hora. As empresas também serão obrigadas a publicar a diferença entre os salários mais altos e médios nos relatórios anuais a partir de 2020.

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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