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Workshop reúne mulheres para promover empoderamento e liderança

Saiu no site CATRACA LIVRE

 

Veja publicação original:   Workshop reúne mulheres para promover empoderamento e liderança

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Realizado pela Change.org, este é o terceiro workshop do programa “Elas Mudam o Mundo”

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Change.org, maior plataforma de abaixo-assinados online do Brasil e do mundo, realizará nesta terça e quarta-feira, dias 27 e 28 de agosto, o terceiro workshop do programa de empoderamento de mulheres, “Elas Mudam o Mundo”. A oficina será direcionada a estudantes universitárias e acontecerá na Faculdade Cásper Líbero, na Avenida Paulista, em São Paulo, em parceria com o coletivo formado pelas alunas da instituição, o Frente Feminista Casperiana Lisandra.

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O programa internacional de empoderamento feminino, já realizado na Índia, México e Argentina, tem o objetivo de fomentar a voz das mulheres, treiná-las para o uso da ferramenta tecnológica de petições online, além de apresentar meios de conexão com o poder público.

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O workshop contará com uma roda de debate e bate-papo entre mulheres que já utilizaram a plataforma para criar mobilizações e liderar causas vitoriosas. A ideia é propiciar a troca de vivências e visão de mundo sobre questões relacionadas ao empoderamento da mulher na busca de transformação social. A oficina terá, ainda, uma sessão de exercícios práticos, na qual as participantes poderão criar suas próprias campanhas online.

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O debate terá questões levantadas pelas próprias participantes, líderes de campanhas e também por convidadas especiais, como a jornalista e apresentadora do podcast feminino “Elas com Elas”, Gabriela Mayer, que participa no primeiro dia, e a também jornalista, empreendedora social e criadora do projeto Plano de Menina, Viviane Duarte, que estará no segundo.

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Neste ano, “Elas Mudam o Mundo” já realizou duas oficinas nas quais estudantes secundaristas e mulheres líderes de comunidades e representantes e coletivos se inspiraram por histórias de campanhas vitoriosas e aprenderam a utilizar a plataforma de petições online como instrumento de empoderamento e mecanismo de transformação social.

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Em 2018, o programa, ainda em formato de projeto-piloto, foi intitulado “Violências Invisíveis” e treinou 60 mulheres da periferia a identificar situações de violência de gênero.

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Nas oficinas realizadas até hoje surgiram mobilizações sobre os mais diversos temas, como saúde, violência, igualdade de gênero, direito das mulheres, entre outras causas.

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Veja a seguir algumas histórias de mulheres que usaram a plataforma de petições online para se tornarem líderes de campanhas e criar mobilização em torno das causas em que acreditam:

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Presença da mulher

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Dados da plataforma Change.org relativos ao Brasil revelam que as mulheres são maioria entre os usuários que assinam mobilizações online, mas minoria entre quem tem a iniciativa de criar abaixo-assinados em busca de mudanças sociais. Apenas 34% das petições hospedadas pela plataforma no país são criadas por mulheres, a minoria delas (14%) são jovens com até 24 anos, 84% estudaram no ensino superior ou têm pós-graduação e pouco menos da metade (40%) vive em grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro.

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“Esses dados mostram o quanto é evidente que a mulher ainda precisa ocupar mais espaços na sociedade, inclusive, espaços de decisão. Muitas vezes elas ainda não têm a consciência de que podem ser protagonistas em todas as áreas que quiserem, e é esse pensamento que precisa ser transformado”, explica Yahisbel Adames, coordenadora de campanhas da Change.org Brasil e do programa Elas Mudam o Mundo.

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Confira mais sobre o programa neste link.

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Serviço

3º workshop do programa Elas Mudam o Mundo
Data e hora: Dia 27 de agosto, das 17 às 19 horas (primeira hora: debate com participação da jornalista Gabriela Mayer; segunda hora: sessão de exercícios práticos);
Dia 28 de agosto, das 11h30 às 13h30 (primeira hora: debate com participação da jornalista e empreendedora social Viviane Duarte; segunda hora: sessão de exercícios práticos);
Local: Faculdade Cásper Líbero – Avenida Paulista, 900, Bela Vista (Sala 3.08 – 3º andar)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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