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TV MULHER – VIOLÊNCIA

Saiu no site Canal Viva: 

 

Edição debate diferentes tipos de violência: doméstica, sexual, racial, homofóbica, entre outras

Violência é o tema da edição do “TV Mulher”, no VIVA. Marília Gabriela abre a atração descrevendo um drama enfrentado por muitas mulheres brasileiras: “O programa vai mostrar o lado mais sombrio da vida em família. O gesto que não faz parte de álbuns de fotografia, mas que paira na vida de milhares de mulheres. A violência doméstica é uma vergonha para toda a sociedade.”. Além dos colunistas Fernanda Young, Flávia Oliveira, Gabi Manssur, Ivan Martins e Regina Navarro Lins, a edição conta com a participação dos atores Juliano Cazarré e Helena Ranaldi.

Na vez da promotora Gabriela Manssur, ela conta a história de Maria da Penha, brasileira que deu origem à Lei que carrega seu nome. Gabi enumera seus benefícios e formas de denúncias: “A Lei abriu a porta de casa para que essa questão se tornasse pública.”

Clique Aqui: http://globosatplay.globo.com/viva/v/5124688/

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“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

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