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Talentosa, linda e empoderada: a trajetória de IZA

Saiu no site YAHOO VIDA E ESTILO

 

Veja publicação no site original: Talentosa, linda e empoderada: a trajetória de IZA

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Se tem alguém que estourou em 2019 com certeza foi a Isabela Cristina Correia de Lima e Lima: mais conhecida como Iza. Ela conquistou o Brasil com seu talento e carisma, e este ano consolidou de forma brilhante sua carreira de cantora profissional. Em 2019, Iza se tornou jurada do ‘The Voice’, dublou a nova versão de ‘Rei Leão’, cantou no Rock in Rio e ainda foi indicada ao ‘Troféu Domingão’ como Melhor Cantora.

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Ainda em 2019, a bela de 29 anos viu também o número de seguidores crescer muito: hoje tem cerca de 229 milhões de streamings no Spotify, 2,84 milhões de seguidores no YouTube e outros 9,8 milhões no Instagram.

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Confira a trajetória de sucesso de Iza:

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Canta desde adolescente

Filha de uma professora de história da arte e de um militar naval, Iza nasceu e cresceu no bairro de Olaria, no Rio de Janeiro, e morou em Natal (RN), quando seu pai foi transferido. Mas só quando voltou ao Rio, aos 14 anos, é que Iza começou a cantar no coral de uma igreja e a se apresentar em eventos. Mais tarde, se formou em Publicidade na PUC RJ e chegou a trabalhar em uma agência de publicidade como editora de vídeo, mas seguia querendo cantar.

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Do YouTube para grande gravadora

Em 2015, ao mesmo tempo que ainda trabalhava como publicitária, Iza criou um canal no YouTube e passou a publicar vídeos cantando músicas de outros artistas e passou atrair muitos seguidores. Um ano depois, ela foi descoberta pela Warner Music através do seu canal no YouTube e assinou contrato com a gravadora. Já em novembro de 2016, Iza lançou seu primeiro trabalho: o single ‘Quem Sabe Sou Eu’, que entrou na trilha da novela ‘Rock Story’.

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Primeiros sucessos

Em 2017, ela lançou mais algumas músicas que emplacaram nas trilhas de novelas e fizeram sucesso, como ‘Vim Pra Ficar’, em ‘O Sétimo Guardião’ e uma bela versão de ‘I Put a Spell on You’, famosa na voz de Nina Simone, para ‘Pega Pega’.  No final daquele ano, lançou ‘Pesadão’ em parceria com o cantor Marcelo Falcão, vocalista de O Rappa. A música se tornou hit e foi uma das mais tocadas no país entre o fim de 2017 e o início de 2018, além de ter sido a segunda mais executada pelas rádios. No início de 2018, lançou ‘Ginga’ com o rapper Rincon Sapiência, que também caiu na boca do povo. Meses depois, saiu seu primeiro álbum ‘Dona de Mim’, que tem na faixa título uma música poderosa de empoderamento feminino.

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Jurada do The Voice

Com músicas estouradas em todas as rádios e fazendo muitos shows no Brasil inteiro, foi a hora de Iza conquistar o grande público de vez em 2019. Em maio, ela foi anunciada como nova técnica do ‘The Voice Brasil’, ocupando a vaga de Carlinhos Brown. Iza foi sucesso total já na estreia e os fãs adoraram o jeito espontâneo e preciso de a cantora avaliar os candidatos. Fora os modelitos lindos que ela exibiu durante toda a temporada.

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Dublou a nova versão de ‘Rei Leão’

A Disney Brasil convidou Iza para dar voz à leoa Nala na versão live-action de ‘O Rei Leão’. O fato de ser a mesma personagem dublada por Beyoncé no original em inglês, mostra que a cantora alcançou um patamar de respeito no showbiz. Ao lado do ator Ícaro Silva, que dublou Simba, Iza brilhou nos eventos de lançamento do filme, em julho. O filme levou mais de 15 milhões de espectadores aos cinemas do país.

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Uma conquista na carreira: o Rock in Rio

No final de setembro, Iza vivenciou um dos melhores momentos de sua carreira até hoje: apresentou-se no Rock in Rio, ao lado da diva Alcione, no palco Sunset. Ela dançou, cantou, encantou e ainda chamou uma fã mirim que a imita para dançar no palco, levando o público ao delírio. Estreia de sucesso total!

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Indicada a prêmios

No final de 2018, Iza foi indicada pela primeira vez ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, por seu ‘Dona de Mim”. E há poucas semanas, Iza foi indicada pela segunda vez seguida ao ‘Troféu Domingão – Melhores do Ano’, da Globo, na categoria Melhor Cantora, ao lado da sua amiga Ivete Sangalo e de Marília Mendonça.

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Rainha de Bateria

Em 2020, Iza vai seguir brilhando muito. Já no Carnaval vai estrear como Rainha de Bateria da escola de samba Imperatriz Leopoldinense.  Em seu Instagram, Iza contou feliz a novidade: “A vida é MUITO loka! Passava na frente da quadra da @imperatrizleopoldinenseoficial todos os dias a caminho da minha escola, Pio XI, e nunca imaginei que um dia seria convidada pra fazer parte dessa família. Sou nascida e criada em Olaria, me formei em Ramos e aquela quadra sempre fez parte da minha vida. Meu coração já tá apertado de tanta ansiedade!!! OBRIGADA, IMPERATRIZ!!! ”.

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Preliminares rejeitadas Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora Lucimeire Maria da Silva, afastou inicialmente a alegação de inépcia da inicial. Segundo a magistrada, a petição apresentou de forma lógica a causa de pedir e os fatos e fundamentos jurídicos necessários ao exercício do contraditório. Também rejeitou a alegação de cerceamento de defesa. O voto destacou que os réus participaram virtualmente da audiência e tiveram oportunidade de prestar depoimento pessoal, mas a produção da prova foi inviabilizada por eles próprios. Conforme registrado na ata, os réus foram instados três vezes a abrir a câmera. Quando um deles finalmente o fez, constatou-se que ambos estavam no mesmo ambiente. Mesmo após duas determinações para que permanecessem separados, de modo a preservar a incomunicabilidade entre os depoentes, eles não atenderam à ordem. Provas da espionagem No mérito, a desembargadora afastou a alegação de insuficiência de provas. Além da perícia realizada no aparelho, destacou os depoimentos que descreveram como ocorreu a instalação do programa e a forma de acesso às informações. Conforme ressaltou, tanto a vítima quanto os informantes afirmaram que os réus chegaram a mostrar à mulher informações e imagens obtidas pelo aplicativo, em uma espécie de intimidação. Para a relatora, o conjunto probatório demonstrou suficientemente que a mulher foi submetida a reiterada perseguição pelo ex-companheiro e pelo filho, que instalaram o aplicativo para monitorar suas ligações, localização e outros dados pessoais. Violação da intimidade Ao analisar a responsabilidade civil, a magistrada considerou que o monitoramento clandestino representou ingerência abusiva na esfera privada da mulher e violou direitos da personalidade, especialmente a intimidade, a vida privada e a liberdade individual. Segundo o voto, a instalação de mecanismo de vigilância sem consentimento caracterizou ato ilícito, nos termos do art. 186 do CC. Comprovados também o dano e o nexo causal, incidiu o dever de indenizar previsto no art. 927. A relatora o dano moral in re ipsa. De acordo com ela, a gravidade da violação à esfera íntima torna desnecessária a demonstração específica do prejuízo. Conforme afirmou, a vigilância constante, mediante interceptação de dados pessoais e monitoramento da rotina, ultrapassou mero dissabor e atingiu a dignidade, a autonomia e a segurança emocional da vítima. Violência doméstica Outro ponto destacado foi o enquadramento da conduta na lei Maria da Penha. Para a magistrada, o vínculo familiar não reduz a gravidade dos fatos, ao contrário, aumenta a reprovabilidade do comportamento, diante dos deveres de lealdade, respeito e proteção esperados nas relações familiares. A relatora observou que a instalação do aplicativo para acompanhar comunicações, deslocamentos e a rotina da mulher constitui forma de controle abusivo e invasivo no âmbito familiar. Assim, enquadrou a prática nas modalidades de violência psicológica e moral previstas no art. 7º da lei 11.340/06. Segundo o voto, a vigilância clandestina submeteu a vítima a situação de permanente controle e violação de sua esfera íntima, afetando diretamente sua liberdade e integridade psíquica. “A utilização de mecanismos tecnológicos para vigilância não autorizada intensifica a reprovabilidade do comportamento, evidenciando dolo e deliberada intenção de controle”, registrou. Indenização majorada Ao examinar o recurso da vítima, a relatora concluiu que os R$ 5 mil fixados contra cada réu eram insuficientes diante das circunstâncias do caso. Segundo o voto, a definição do dano moral deve considerar a situação das partes, a extensão do dano e a gravidade da culpa, além de observar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, sem permitir enriquecimento sem causa nem reduzir a condenação a montante incapaz de cumprir sua função preventiva e corretiva. No caso, a desembargadora classificou a conduta dos réus como “extremamente reprovável” e destacou o real constrangimento imposto à vítima. Assim, fixou a reparação em R$ 6 mil por réu, totalizando R$ 12 mil, valor considerado mais adequado para compensar a violação aos direitos da personalidade e desestimular novos atos ilícitos. O entendimento foi acompanhado pelo colegiado. Processo: 0710401-64.2022.8.07.0005 Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/462340/filho-e-ex-indenizarao-por-espionar-celular-de-mulher-apos-termino

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