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Renner dá a largada ao movimento Todas Andam Juntas

Saiu no site PROMOVIEW

 

Veja publicação original: Renner dá a largada ao movimento Todas Andam Juntas

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Esta edição do movimento inclui quatro dias de arrecadação destinada ao Instituto Lojas Renner, uma camiseta própria da campanha e o lançamento de uma websérie sobre empoderamento feminino.

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renner mkt social

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Renner, varejista de moda do Brasil, deu a largada no dia 19 de agosto, à 12ª edição do movimento que anualmente direciona parte das suas vendas ao braço social da companhia, o Instituto Lojas Renner.

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Com isso, a varejista garante o investimento em projetos que buscam promover o empoderamento econômico e social das mulheres dentro da cadeia de valor têxtil.

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A campanha Todas Avançam Juntas destinará, entre os dias 19 e 22 de agosto, 5% do faturamento líquido de todas as lojas físicas e do e-commerce da marca para o Instituto Lojas Renner.

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“A cumplicidade com a mulher está na essência da Renner e faz parte da nossa proposta de valor. Com esta iniciativa, queremos permitir que nossas clientes, por meio da sua decisão de compra, contribuam diretamente com os projetos do Instituto Lojas Renner, que apoiam o desenvolvimento de mulheres na cadeia têxtil.”, afirma o diretor-executivo do Instituto Lojas Renner, Eduardo Ferlauto.

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Além da arrecadação durante os quatro dias de campanha, a Renner lança um produto que terá 100% do seu lucro revertido em benefício do Instituto: uma camiseta que leva estampada a frase todas avançam juntas, nome da iniciativa, e que está disponível exclusivamente no e-commerce, por R$ 39,90, enquanto durar o estoque. Quem comprar o item também estará colaborando com o movimento.

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Na campanha de 2018, a verba direcionada pela companhia ao Instituto Lojas Renner foi de R$ 2,5 milhões. Desde 2008, foram arrecadados mais de R$ 16 milhões, valor que, convertido em investimento social, viabilizou o apoio a 286 projetos, beneficiando mais de 19 mil pessoas.

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Websérie Todas Avançam Juntas

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A varejista trouxe ainda uma novidade este ano: lançou juntamente à campanha um conteúdo digital que pretende aprofundar o debate sobre assuntos relacionados ao empoderamento das mulheres: a websérie Todas Avançam Juntas.

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Partindo de um diálogo entre três influenciadoras digitais, uma integrante de algum projeto apoiado pelo Instituto e uma representante da Lojas Renner, cada programa tem a intenção de aproximar o público do trabalho realizado pelo braço social da varejista, além de movimentar discussões sobre os assuntos abordados.

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A produção foi gravada pela Sentimental Filmes com uma equipe composta totalmente por mulheres. O primeiro episódio aborda a temática do empreendedorismo feminino e já está sendo exibido no canal da Renner no YouTube.

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Sobre o Instituto Lojas Renner

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Instituto Lojas Renner desenvolve e apoia projetos que promovem o empoderamento econômico e social da mulher na cadeia de valor têxtil. Desde sua fundação, em 2008, já investiu mais de R$ 56 milhões – oriundos das verbas repassadas pela varejista e também provenientes de leis de incentivo fiscal.

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Os recursos possibilitaram o apoio a cerca de 800 projetos espalhados pelo país, beneficiando 193 mil pessoas. Somente em 2018, foram investidos em mais de 50 projetos que beneficiaram 11 mil pessoas. O Instituto Lojas Renner faz parte do selo Re, que representa o compromisso da companhia com a moda responsável.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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