HOME

Home

CIC Feitiço da Vila terá curso de empreendedorismo para mulheres

Saiu no site GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

Veja publicação original: CIC Feitiço da Vila terá curso de empreendedorismo para mulheres

.

Capacitação, em parceria com o Sebrae, vai começar em setembro e abordará temas como gestão e negócios de impacto social

.

Entre os dias 2 e 6 de setembro, o Centro de Integração da Cidadania (CIC) Feitiço da Vila, na capital paulista, vai promover, em parceria com o Sebrae-SP um curso de capacitação para mulheres em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa tem como objetivo fomentar o empreendedorismo como oportunidade de geração de trabalho e renda e transformar a vida as participantes.

.

Serão 20 horas de capacitação em cinco dias consecutivos, das 13h às 17h, com certificado ao final. Durante os encontros, serão abordados temas como gestão, empreendedorismo, empoderamento feminino e negócios de impacto social.

.

Para se inscrever basta comparecer munido de documentos na sede do CIC Feitiço da Vila, localizada na Estrada de Itapecerica, 8.887, no bairro Valo Velho. Em caso de dúvidas, ligue para (11) 5825–2444 ou 5825-2091.

.

.

O CIC

.

O Centro de Integração da Cidadania é um programa da Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo. Atualmente existem 17 unidades do CIC: Cajamar, Campinas, Casa da Cidadania, Feitiço da Vila, do Imigrante, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Grajaú, Guarulhos, Jundiaí, Leste, Norte, Oeste, Sul, Pirapora do Bom Jesus, Laranjal Paulista e São Vicente.

.

Elas estão localizadas preferencialmente em regiões de grande vulnerabilidade social, a população tem acesso a serviços de emissão de documentos, cursos profissionalizantes, casamentos comunitários, núcleo de mediação de conflitos, orientação ao consumidor pelo Procon-SP, além de acesso à justiça gratuita por meio da Defensoria Pública.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

Veja também

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

HOME