HOME

Home

Promotora do caso João de Deus: “Maria da Penha foi virada de chave”

Saiu no Metrópoles

Leia a Publicação Original

Rio de Janeiro- Referência mundial no combate à violência contra a mulher, a lei Maria da Penha completa 16 anos neste domingo (7/8). Com ela, a violência doméstica passou a ser tipificada como uma das formas de violação aos direitos humanos e julgada em varas especializadas, como crimes de maior potencial ofensivo. Mesmo com o avanço da lei, o Brasil continua sendo o quinto país que mais mata mulheres.

Para Gabriela Manssur, que atuou como promotora de Justiça por quase 20 anos em casos emblemáticos de violência contra mulher, a lei promoveu uma mudança significativa: “Representa um grande avanço para a proteção do direito das mulheres brasileiras. Foi uma virada de chave. Até então não tínhamos nenhuma lei que garantia o direito das mulheres, do trabalho, da saúde, entre outras situações”, disse Manssur, que atuou no caso do João de Deus.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME