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Pedido de habeas corpus de João de Deus é negado pela Justiça

Saiu no site: JORNAL OPÇÃO

 

veja publicação original: Pedido de habeas corpus de João de Deus é negado pela Justiça

 

 

Afirmação foi dada por um dos advogados do médium, que já recebeu mais de 500 denúncias por meio do Ministério Público de Goiás

 

Um dos advogados de João de Deus, que atua na defesa do médium afirmou à imprensa que o habeas corpus impetrado para revogar a prisão preventiva do líder religioso foi negado liminarmente pela Justiça de Goiás. Thales Jayme disse, ainda, que busca com que o tribunal analise o “mérito da questão”.

Se a decisão continuar, o advogado será entrar com um novo pedido para trocar a prisão preventiva por outra medida cautelar, como a prisão domiciliar. O julgamento final do habeas deverá se dar após o recesso.

João de Deus está preso no Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia desde o último domingo, 16, quando se entregou à Justiça e é acusado de crimes de abuso sexual. Apesar de a investigação se concentrar em 15 casos o Ministério Público de Goiás (MP-GO) já afirmou que ultrapassaram 500 o número de denúncias.

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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