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‘Palavras eram piores do que soco na cara’, diz vítima de abuso emocional.

Saiu no Universa

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São os casos de agressão física e de feminicídio que normalmente ganham foco quando o assunto é violência contra a mulher. No entanto, há outras nuances dentro do que podem ser consideradas ações violentas e que também estão presentes na rotina de muitas brasileiras —mais especificamente, em uma a cada três segundosm segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Aparece como uma fala em tom mais seco, uma repreensão por algo simples, uma cobrança exagerada ou uma brincadeiras depreciativa, tudo isso feito de maneira recorrente, e podem ser sinais de que há um problema na relação. Foi notando essas situações que Alessandra Vidmontas, 37, especialista em gestão social e cofundado… –

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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