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PACTO NACIONAL BRASIL CONTRA FEMINICÍDIO

Orientacoes_Pacto_Nacional_Brasil_Contra_o_Feminicidio.pdf

O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídiorepresenta um marco
institucional inédito. Pela primeira vez, os três Poderes da República,
Executivo, Legislativo e Judiciário, unem-se em uma articulação para
enfrentar o feminicídio de maneira coordenada e integrada.
Desta forma, reconhece que um fenômeno grave com precedentes
estruturais necessita de um fluxo contínuo de políticas públicas de
prevenção, proteção e responsabilização para acelerar medidas que
garantam a vida de meninas e mulheres em toda sua diversidade.
Este Guia de Comunicação Pública reúne as principais políticas de
Estado voltadas ao enfrentamento da violência de gênero, incluindo as plataformas de daos oficiais que oferecem um diagnóstico preciso e
atualizado sobre o cenário nacional.
Nas próximas páginas, o prrará orientações práticas e
dicas para uma comunicação eficaz e alinhada ao compromisso de salvar vidas. Desde o uso da linguagem inclusiva até a adoção de uma
perspectiva interseccional. O objetivo é qualifivcar as narrativas públicas para que alertem, orientem, protejam e fortaleçam a rede de apoio, garantindo que o enfrentamento ao feminicídio seja uma política transversal e permanente do Estado brasileiro.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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