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Outubro Rosa: entenda direitos das mulheres ao tratar câncer de mama

Saiu na Agência Brasil

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Você sabia que as mulheres que passam pelo tratamento contra o câncer de mama têm direito a fazer cirurgia plástica reparadora nos dois seios, mesmo que a doença tenha afetado apenas uma das mamas? Esse é um dos direitos que, muitas vezes, são desconhecidos pelas próprias pacientes.

Uma informação essencial é que a mulher tem direito à assistência integral por meio do SUS, o Sistema Único de Saúde. Os planos de saúde também têm o dever legal de cobrir todo o tratamento, inclusive a cirurgia reparadora nos seios.

Quando a mulher identifica um nódulo na mama, os exames de diagnóstico e o tratamento devem ser realizados dentro de um prazo máximo definido por lei — como explica a chefe do Serviço Social do Hospital do Câncer III no Rio de Janeiro, Sandra Veríssimo.

Outro direito garantido por lei é a isenção no imposto de renda na aposentadoria e pensão. As mulheres que passaram pelo tratamento contra o câncer também são isentas do IPI, IOF e ICMS para a compra de veículos adaptados — em que o IPVA não é cobrado.

A lista completa dos direitos pode ser encontrada no site do Inca, o Instituto Nacional do Câncer, na área de Acesso à Informação.

Leia a matéria completa aqui!

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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