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O que mais foi tirado da mulher preta foi a autoestima’, diz Mc Soffia

Saiu no Ecoa

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“A principal característica delas é o poder. Elas sempre foram de ir à luta, independente se vai dar certo ou não. Todas têm a mente aberta para o conhecimento, todas são muito inteligentes, resistentes e já passaram por muitas coisas, sempre com sorriso no rosto, porque o sorriso negro traz felicidade”, conta a rapper. Soffia também faz questão de dizer que a família paterna sempre esteve presente, seja comprando ingressos ou comparecendo aos seus shows. “Eles me apoiam em tudo, tenho uma família de cabeça aberta, que me aceita da forma que eu sou, com a opção que eu escolher”, disse. A minha família foi minha base. Foram eles que sempre me incentivaram a me aceitar, a me amar. …

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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