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Aulão de defesa pessoal será gratuito para mulheres em São Paulo

Agência Brasil

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Em comemoração ao Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro, e ao Dia Internacional pela não Violência Contra à Mulher, em 25 de novembro, a Federação Sul Americana de Krav Maga vai promover, em São Paulo, um aulão gratuito para alertar sobre a importância da prevenção à violência contra as mulheres.  

O evento será no domingo (23) a partir das 9h, na academia Humanfit, em São Paulo. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. As interessadas devem se inscrever pelo WhatsApp: (11) 99354-7726. A aula vai mostrar como é possível as mulheres se sentirem mais seguras, dentro e fora de casa.

Quem participar do aulão vai aprender sobre a filosofia do Krav Maga e vivenciar situações como roubo de bolsa, puxão de cabelo, enforcamento, simulação de tentativa de estupro, entre outras, para executar as técnicas de defesa e perceber que, com o treinamento adequado é possível se defender. Para saber mais, acesse o site.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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