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No RS: Empresas que defendem e apoiam as mulheres recebem o selo EmFrente, Mulher

Saiu no Estado do Rio Grande do Sul

Em evento realizado na terça-feira (29/8), na Sala de Inovação da Procergs, o Comitê EmFrente, Mulher, ligado ao gabinete do governador como parte do Programa RS Seguro, entregou o Selo EmFrente, Mulher para 13 empresas selecionadas. Além de receberem os certificados, os representantes das empresas participaram de painéis, nos quais puderam apresentar as boas práticas e as estratégias de atuação que adotam no enfrentamento à violência contra a mulher.

Criado pela Lei 15.916/2022, o selo é concedido a empresas socialmente responsáveis que desenvolvem programas, projetos e ações de forma sistemática e contínua em favor da valorização das mulheres e do enfrentamento à violência de gênero. Ele tem validade de dois anos e pode ser renovado. As inscrições para a certificação são abertas anualmente, sempre em março, mês da mulher.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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