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Na Trilha da História mostra elo entre deusas gregas e mulher atual

Saiu no site EBC

 

Veja publicação original:  Na Trilha da História mostra elo entre deusas gregas e mulher atual

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Entenda como a mitologia grega influenciou o comportamento feminino e a maneira como a sociedade contemporânea caracteriza a mulher

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Nesta semana, o Na Trilha da Históriaenvereda-se pela filosofia, trazendo vários exemplos de mitologias gregas. A ideia é fazer um paralelo entre as deusas gregas e a mulher contemporânea. O entrevistado é o educador e filósofo Renato Noguera, autor do livro “Mulheres e Deusas – como as divindades e os mitos femininos formaram a mulher atual”, lançado pela editora HarperCollins Brasil.

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Entre as deusas citadas por Renato, estão Hera, Héstia e Afrodite, além da mortal Helena de Troia. O pesquisador aborda temas como a busca incansável e angustiante pela beleza, questões ligadas à fidelidade matrimonial e a caracterização da mulher como “dona de casa”.

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Livro “Mulheres e Deusas – como as divindades e os mitos femininos formaram a mulher atual”, de Renato Noguera

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Trilha Sonora

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Confira a lista de músicas do episódio desta semana: “Mulheres de Atenas” (composição de Chico Buarque e Augusto Boal / interpretação de Chico Buarque); “Desconstruindo Amélia” (composição de Pitty e Martin Mendonça / interpretação de Pitty); “A história de Lily Braun” (composição de Chico Buarque e Edu Lobo / interpretação de Maria Rita); “Bobagem” (composição e interpretação de Céu); e “Mulher”, (composição e interpretação de Ana Canãs).

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Confira os horários do programa

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Sábado, 16h: Rádio Nacional FM Brasília 96,1 MHz, com reprise na quarta, às 23h;

Sábado, 11h: Rádio Nacional AM Brasília 980 kHz, com reprise no domingo, às 6h;

Sábado, 6h: Rádio Nacional do Rio de Janeiro 1.130kHz;

Sábado, 18h: Rádio MEC AM do Rio de Janeiro 800kHz, com reprise no domingo às 7h;

Domingo, 6h (horário de Brasília): Rádio Nacional da Amazônia 11.780kHz e 6.180kHz em rede com a Rádio Nacional do Alto Solimões AM 670 kHz, FM 96,1 MHz.

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O Na Trilha da História é apresentado pela jornalista Isabela Azevedo. Sugestões para o programa podem ser enviadas para culturaearte@ebc.com.br. Os áudios do Na Trilha da História podem ser disponibilizados para retransmissão, sem fins comerciais, por meio da licença Creative Commons CC BY-NC-ND. Esta licença permite que os programas sejam retransmitidos desde que não sejam editados e mantenham o crédito da Rádio Nacional e da Rádio MEC – Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Em caso de interesse, basta enviar um e-mail para culturaearte@ebc.com.br.

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Os áudios do Na Trilha da História podem ser disponibilizados para retransmissão, sem fins comerciais, por meio da licença Creative Commons CC BY-NC-ND. Esta licença permite que os programas sejam retransmitidos desde que não sejam editados e mantenham o crédito da Rádio Nacional e da Rádio MEC – Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Em caso de interesse, basta enviar um e-mail para culturaearte@ebc.com.br.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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