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Mulheres são mais cobradas para ser simpáticas do que homens, diz estudo

Saiu no site GALILEU

 

Veja publicação no site original:   Mulheres são mais cobradas para ser simpáticas do que homens, diz estudo

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Em pesquisa conduzida por cientistas alemães, interação entre homens não dependeu do grau de simpatia de cada um – já as relações envolvendo mulheres, sim

 

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Um novo estudo publicado no periódico científico The Economic Journal constatou que a boa relação de mulheres com pessoas de ambos os sexos depende do grau de simpatia delas – o que não acontece com os homens, que não precisam mudar seu comportamento.

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Para conduzir a investigação, pesquisadores das universidades de Hamburgo e de Frankfurt, na Alemanha, criaram uma espécie de jogo: divididos em duplas, homens e mulheres avaliavam a simpatia uns dos outros com base em fotografias.

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Em outro momento, eles fizeram uma atividade em que investiam dinheiro em projetos. Os homens contribuíram, em média, com 4,05 euros e as mulheres, com 3,92 euros. Mas isso dependia do grau de simpatia – e do sexo – de quem estava em cada time.

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Os estudiosos perceberam que quando homens estavam em equipes com outros homens, independentemente do quão simpáticos eram, eles contribuíram com quantidades semelhantes. O comportamento mudava quando se tratava de mulheres: se fossem consideradas pouco agradaváveis pelos rapazes, eles diminuíam pela metade o valor investido.

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Já em times femininos, se havia alguma mulher considerada pouco simpática, a contribuição diminuía em 30%; e, se fosse um homem desagradável, caía em 37%. Com isso, os pesquisadores concluíram que, para as mulheres, a simpatia é levada em conta em todas as interações. Já para os homens, a simpatia é importante apenas nas interações com o sexo oposto.

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“Nossos resultados sugerem a existência de um fator de simpatia que oferece uma nova perspectiva sobre as diferenças de gênero nos resultados do mercado de trabalho”, disse Leonie Gerhards, principal autora do artigo. “Embora a simpatia seja importante para as mulheres em todas as suas interações, só importa para os homens se elas interagirem com o sexo oposto”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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