HOME

Home

Mulheres denunciam importunação sexual

Saiu no O Imparcial

Leia a Publicação Original

As mulheres que se dirigem ao Mercado do Bairro da Liberdade, estão vivendo momentos de muita apreensão de e medo, diante da ação ousada dos abusadores que se submetem a vexames com a prática de importunação e assédios sexuais explícitos.

Algumas mulheres reagem admoestando os abusadores e outras com atitudes violentas. Submetendo ao risco de sofrer agressões físicas, diante da sua condição de mulher. Outras ficam caladas e se afastam do abusador.

Estas agressões às mulheres acontecem porque os autores estão certos da impunidade, diante da ausência de um policiamento ostensivo e preventivo exercido pela Polícia Militar ou Guarda Municipal, visto tratar-se de um espaço público pertencente ao Município. Os abusadores não se deixam identificar, impossibilitando de serem denunciados na Delegacia da Mulher (Casa da Mulher Brasileira).

Leia a Matéria Completa Aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME