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Mulher arrecada U$ 100 mil para proteger asiáticos de ataques racistas

Notícias, Notícias - 7 de abril de 2021

Tempo de leitura: 2min

Saiu na REVISTA CLAUDIA

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Diante do racismo em ascensão nos EUA contra os asiáticos, que são culpabilizados levianamente pela disseminação do novo coronavírus, uma mulher arrecadou 100 mil dólares, cerca de 500 mil reais, para mantê-los seguros. Segundo a People, Maddy Park paga viagens em carros de aplicativos para que ásios-americanos evitem a exposição do transporte público.

Foi em uma viagem de metrô que a moradora de Nova York sentiu medo e ansiedade por ser asiática. Ela ainda tinha condições financeiras para pedir um carro e chegar até o seu destino final, mas foi pensando em quem não tem esse recurso que Park criou a iniciativa Cafe Maddy Cab, que paga viagens privadas para mulheres, idosos e LGBTQ asiáticos.

“Era uma viagem de 30 minutos. Percebi que a cada minuto, estava apavorada e com medo de que a qualquer momento alguém pudesse dizer uma calúnia racial ou me atacar, ou pior de tudo, pensei que se algo acontecesse comigo, ninguém se levantaria”, disse Maddy.

Para proteger as pessoas, ela chegou a investir dois mil dólares. O valor ganhou um reforço poderoso de aliados pela causa antirracista. Em dois dias, o projeto atingiu a marca de 100 mil dólares. US$100.000. Com isso, é possível arcar com viagens de até 40 dólares.

“As pessoas que estão doando são pessoas de todo o país, de todas as raças, etnias. Eles apenas me enviaram mensagens dizendo: ouça, realmente queremos que vocês fiquem seguros também e estamos doando para que mais pessoas possam faça passeios nas cidades”, contou Maddy.

“Usaremos fundos para apoiar passeios adicionais em Nova York e também ajudar a financiar e impulsionar iniciativas semelhantes em cidades por todo o país”, escreveu a ativista no Instagram da iniciativa.

No perfil, ela compartilha relatos de quem utilizou o serviço, como de uma pessoa que levou a avó no médico.”Muito obrigado por fazer isso. Atualmente, sou um estudante e voluntário em um call center de crise. Tenho muito medo de ir para o meu turno e voltar para casa sozinho”, disse outro beneficiário.

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