HOME

Home

Ministério Público denuncia Marinésio por feminicídio pela morte de Letícia

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE 

 

Veja publicação original:   Ministério Público denuncia Marinésio por feminicídio pela morte de Letícia

.

O órgão convocou coletiva à imprensa nesta quarta-feira (18/9) para prestar mais esclarecimentos sobre o caso

.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, por feminicídio pelo assassinato da advogada Letícia Sousa Curado, 26 anos. A ação corre no Tribunal do Júri de Planaltina. O órgão convocou coletiva à imprensa nesta quarta-feira (18/9) para prestar mais esclarecimentos sobre o caso.

.

Marinésio é assassino confesso de Letícia e de outra vítima, a auxiliar de cozinha Genir Sousa, 47 anos.A advogada foi morta em 23 de agosto, após desaparecer em uma parada de ônibus de Planaltina. No dia seguinte, o cozinheiro foi preso e em 26 de agosto, revelou ter matado a mulher e o local onde escondeu o corpo.

.

Após a prisão de Marinésio, outras mulheres passaram a procurar a polícia para denunciar o cozinheiro. Aos agentes, elas contaram que ele seria responsável por diversos casos de assédio e estupro. O acusado estaria se passando por motorista de transporte pirata para abordar as vítimas.

.

Além das novas denúncias, inquéritos de ocorrências de mulheres mortas e desaparecidas começaram a ser reaberto pelos investigadores. Ao menos três ocorrências voltaram a ser investigadas pela Polícia Civil. Segundo os agentes, o padrão de agir de Marinésio indica que ele possa ter participado dos crimes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

Veja também

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

HOME