HOME

Home

Mercedes-Benz e Justiceiras lançam projeto contra assédio sexual no transporte público

Saiu no Automotive Business

97% das mulheres já sofreram assédio no transporte público

O assédio sexual é uma realidade na vida da maior parte das mulheres brasileiras. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e o Instituto Locomotiva, 71% conhecem alguma mulher que já sofreu assédio em espaço público e 97% dizem já ter sido vítimas de assédio em meios de transporte.

Entre as situações mais comuns pelas quais as mulheres já passaram em transportes como os ônibus estão o recebimento de olhares insistentes e cantadas indesejadas, além de comentários de cunho sexual.

A ex-promotora de justiça de SP e fundadora do Justiceiras, Gabriela Manssur, apontou que o engajamento do setor privado, incluindo as montadoras, é importante para dar visibilidade a ações de combate à importunação sexual.

“Já tivemos vários projetos junto com o poder judiciário e o setor público e não conseguimos diminuir a violência contra a mulher no Brasil. Esse programa não tem só a denúncia, como também todo um acolhimento à vítima de forma sigilosa e comprometida. As pessoas sabem que o Justiceiras vai levar adiante o caso e não vai fingir que não viu e que não existe lei no Brasil”, explicou.

Segundo Gabriela, projetos como o desenvolvido em conjunto com a Mercedes ajudam a dar visibilidade e a buscar recursos para que todas as brasileiras tenham acesso à informação.

“A falta de informação infelizmente faz com que a mulher tenha cada vez menos acesso a seus direitos de segurança, transporte, trabalho, saúde e respeito à dignidade humana”, concluiu Gabriela.

 

Leia a matéria completa aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

Veja também

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

HOME