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Marinha forma primeira turma de estágio de Operações de Paz para mulheres

Saiu no site ONU BRASIL

 

Veja publicação original: Marinha forma primeira turma de estágio de Operações de Paz para mulheres

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A Marinha formou a primeira turma de estágio de Operações de Paz para Mulheres realizado no Brasil, fruto de uma parceria com o Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio).

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A iniciativa conjunta com o UNIC Rio tem por objetivo contribuir para que o Brasil possa atingir as metas de ampliação da participação feminina em operações de manutenção da paz.

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Formatura de fuzileiros navais incluiu estágio para de Operações de Paz para mulheres - foto: UNIC Rio

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A Marinha formou a primeira turma de estágio de Operações de Paz para Mulheres realizado no Brasil, fruto de uma parceria com o Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio). A cerimônia reuniu 948 formandos dos cursos de carreira do Corpo de Fuzileiros Navais na última terça-feira (18) no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), no Rio de Janeiro.

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A iniciativa conjunta com o UNIC Rio tem por objetivo contribuir para que o Brasil possa atingir as metas de ampliação da participação feminina em operações de manutenção da paz – a resolução nº 2242/2015 1 do Conselho de Segurança da ONU estipula o aumento do efetivo feminino em 15% até 2020.

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O estágio também visa melhorar a participação das mulheres nas missões, contribuindo para que tomem postos de liderança, reforcem o empoderamento feminino e contribuam para a não violência contra a mulher como um todo.

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O estágio foi realizado entre os dias 3 e 14 de dezembro e além de 29 oficiais da Marinha, da Força Área Brasileira e da Política Militar do Rio de Janeiro, incluiu dez alunas da graduação e pós-graduação de Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

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A cerimônia de formatura contou com a participação de cerca de 1.500 pessoas, incluindo formandos, familiares e autoridades civis e militares, e contou com a entrega de viaturas blindadas anfíbias e a inauguração de instalações do Programa Forças no Esporte, que oferece atividades esportivas e educativas a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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