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LIDERANÇA FEMININA

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Veja publicação original:   LIDERANÇA FEMININA

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As mulheres precisam sim ser “empoderadas”, fortes, guerreiras e acima de tudo femininas, não esquecendo nunca seu lado humano, sua vaidade. Não deixamos com que a sociedade decida onde é o lugar das mulheres, porque elas podem chegar onde desejam, bastam desenvolverem todos os dias seus potenciais profissionais e pessoais.

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Por Emanueli Gniech

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“O sucesso não tem a ver com o quanto dinheiro você ganha, mas com a diferença que você faz na vida de outras pessoas”. MICHELLE OBAMA

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Sobre os ombros de um líder recai não somente a responsabilidade de desenvolver as pessoas, a sua equipe, de forma profissional, mas também o dever de desenvolver habilidades pessoais, tornando-os indivíduos melhores e consequentemente profissionais exemplares. Os lideres potencializam os liderados. (MAXWELL, 2008).

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Fiorelli (2004, p. 71) define liderança como “a capacidade de exercer influencia sobre pessoas”. Liderar é a arte de comandar, influenciar, atrair, ser exemplo para os demais. Ser esse líder é um grande desafio, é comprometimento, é humildade, respeito e compromisso. Às vezes se nasce com esse dom, outras, se desenvolve ao longo da vida.

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O mercado de trabalho hoje, muito exigente, competitivo e complexo, sem dúvida também é o ambiente comum de muitas mulheres. Batalhadoras, estudiosas, competitivas. Lideres de pessoas, gerentes operacionais, grandes executivas. Mulheres essas que são capazes de ser tudo isso e serem ainda, donas-de-casa, esposas, mães dedicadas, amigas, conselheiras..

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Muito se fala do “empoderamento” feminino, mas pouco se sabe pelo que as mulheres que ocupam posição de liderança passaram para chegar ao nível que chegaram, muito antes desse assunto ser algo tão banal. O preconceito, o machismo, a intolerância ainda existe, são homens que não aceitam ser liderados por uma mulher, é a sociedade que não entende o porquê algumas delas optaram por não casar, ou não ter filhos, ou colocam o trabalho em primeiro lugar. São perguntas, questionamentos e testes que essas mulheres passam todos os dias. Porque para se manter onde chegaram, elas precisam provar que foi mérito próprio.

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Organizações com mulheres ocupando cargo de liderança são aquelas que possuem maior capacidade competitiva, são mais organizadas, onde os processos são mais detalhados, mais criteriosos. Essas características, que são normalmente femininas, devem ser usadas como potencial produtivo e competitivo.

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As mulheres precisam sim ser “empoderadas”, fortes, guerreiras e acima de tudo femininas, não esquecendo nunca seu lado humano, sua vaidade. Não deixamos com que a sociedade decida onde é o lugar das mulheres, porque elas podem chegar onde desejam, bastam desenvolverem todos os dias seus potenciais profissionais e pessoais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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