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Lady Gaga fala sobre assédio na indústria da música: “Era regra, não exceção”

Saiu no site DONNA

 

Veja publicação original:  Lady Gaga fala sobre assédio na indústria da música: “Era regra, não exceção”

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A cantora e atriz Lady Gaga voltou a falar sobre #MeToo – movimento anti-assédio iniciado por mulheres do cinema americano. Em entrevista ao Hollywood Reporter, Gaga lembrou que a prática era comum na indústria da música também e diz que havia uma “panelinha masculina” nos estúdios de gravação.

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– Quando eu comecei no mundo da música, quando tinha cerca de 19 anos, [assédio] era a regra, não a exceção. Que você entrasse em um estúdio de gravação e fosse assediada. Eu gostaria de ter falado mais cedo. E você sabe, havia uma “panelinha dos homens”. Ninguém quer perder seu poder, então eles não protegem você, porque se eles disserem alguma coisa, isso tira um pouco do poder deles – afirmou.

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Gaga já falou publicamente sobre o estupro que sofreu aos 19 anos. Ela ainda era Stefani Germanotta quando foi abusada por um produtor musical. Ela não disse a ninguém na época.

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A canção Til it Happens to You, que Gaga escreveu com Diane Warren para o documentário sobre abuso sexual The Hunting Ground, foi indicada ao Oscar. Na premiação de 2016, ela subiu ao palco para cantá-la, com outras vítimas. Desde então, engajou-se ao movimento #MeToo, que surgiu um tempo depois.

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Gaga está na capa da Hollywood Reporter ao lado de estrelas como Glenn Close, Kathryn Hahn, Nicole Kidman, Regina King e Rachel Weisz.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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