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Grupo Imec doa cestas básicas para vítimas de violência doméstica

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Veja a publicação original: Grupo Imec doa cestas básicas para vítimas de violência doméstica

 

Em mais uma ação social em meio à pandemia, o Grupo Imec entregou 50 cestas básicas para a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher em Lajeado. A ação ocorreu na manhã de hoje, na Delegacia de Polícia Especializada de Atendimento à Mulher.

Além de combater agressões contra mulheres e adotar medidas punitivas ao ofensor, a rede apoia às vítimas com auxílio em necessidades básicas. Em meio à covid-19 e isolamento social, aumentou a vulnerabilidade social as mulheres vítimas de violência doméstica, percebe a oficial do Ministério Público (MP), Carmen Sampaio Spalding.

“Muitas vezes as mulheres precisam sair de casa, às vezes até com os filhos, para fugir da violência . Elas ficam vulneráveis e, por isso, a importância de garantir o básico como um cesta de alimentos”, afirma Carmen.

Delegada Márcia Bernini reforçou a dificuldade das mulheres com o término de um relacionamento abusivo e necessidade de ajuda. Para ela, o fato de uma empresa com o porte do Grupo Imec auxiliar dá visibilidade à campanha da rede. “A gente fica feliz de ver esse engajamento da comunidade”, relata.

Diretor Comercial e Marketing do Grupo Imec, Eneo Karkuchinski, lembrou de outras ações da rede de supermercados, entre elas, a doação de três mil cestas básicas para entidades assistenciais neste mês.

Conforme Karkuchinski, o Grupo Imec entende que é necessário auxiliar as pessoas mais necessitadas e entidades neste momento de impacto financeiro da pandemia. “A gente sabe que muitas pessoas estão carentes. Precisamos ajudar no combate à fome e ficamos gratos em participar de causas que impactam toda a região”, relata.

A entrega das cestas básicas contou ainda com a participação da Sonia Vettorazzi (representando a Casa de Passagem), Cristine Schwertner (Juizado de Violência Doméstica de Lajeado), Andréia Brisolara (Centro de Referência de Atendimento à Mulher), soldados Fabiana Fontoura Trentini e Diane Baumhardt Dornelles (Patrulha Maria da Penha).

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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