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Folha realiza 2ª edição do fórum Exploração Sexual Infantil; veja a programação

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Veja publicação original: Folha realiza 2ª edição do fórum Exploração Sexual Infantil; veja a programação

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Evento terá a participação de especialistas para discutir o combate ao crime no país

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Folha realiza no dia 18 de maio a 2ª edição do fórum Exploração Sexual Infantil, em São Paulo. Com a presença de especialistas, o evento discutirá as formas de combate a este crime no país e maneiras de ampliar a proteção a crianças e adolescentes.

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Os obstáculos impostos pelo machismo no enfrentamento deste problema será o tema de um dos debates, que contará com participantes do poder público, do judiciário e da academia.

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No segundo painel, representantes de ONG’s que têm trabalhos pioneiros na área falarão sobre as melhores práticas e discutirão as estratégias usadas no país para diminuir a incidência de ocorrências ligadas à exploração sexual de crianças e adolescentes.

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O evento, que tem o patrocínio do Instituto Liberta e apoio do Columbia Global Centers no Rio de Janeiro, acontece a partir das 8h, no teatro do Unibes Cultural (rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré). As inscrições são gratuitas.

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Veja abaixo a programação.

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2º Fórum Exploração Sexual Infantil

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Local: Teatro do Unibes Cultural
Data: 18/5

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CREDENCIAMENTO E WELCOME COFFEE​

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HORÁRIO: 8h às 9h

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ABERTURA

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Gustavo do Vale Rocha, ministro de Direitos Humanos

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HORÁRIO: 9h

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MESA 1: Como modificar a cultura machista?

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PARTICIPANTES:

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Benedito Medrado, coordenador do Núcleo Feminista de Pesquisas sobre Gênero e Masculinidades da UFPE

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Deomar Barroso, juiz no estado do Pará e criador do projeto Inocência Roubada

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Helen Barbosa dos Santos, psicóloga e pesquisadora no Núcleo de Estudos em Relações de Gênero e Sexualidade da UFRGS

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Kendall Thomas, pesquisador do Centro para Direito de Gênero e Sexualidade, da Universidade Columbia (EUA)

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Maria Gabriela Mansur, promotora de justiça e diretora da Mulher da Associação Paulista do Ministério Público

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HORÁRIO: 9h30 às 11h

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COFFEE BREAK

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HORÁRIO: 11h às 11h30

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MESA 2: Boas práticas

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HORÁRIO: 11h30 às 13h

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PARTICIPANTES:

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Berenice Giannella, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério dos Direitos Humanos

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Cristiane Duarte, professora do Divisão de Psiquiatria da Criança e do Adolescente da Universidade Columbia (EUA)

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Flávio Debique, gerente de Estratégias de Programas da Plan International Brasil

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Heloísa Ribeiro, diretora-executiva do ​Childhood Brasil

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Luciana Temer, advogada, professora da PUC-SP e diretora do Instituto Liberta

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Maitê Fernandez Gauto, cientista social e coordenadora de ações de incidência no Legislativo e Executivo federais da Fundação Abrinq

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ENCERRAMENTO

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HORÁRIO: 13h

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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