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Fim de semana é marcado por três casos de violência doméstica

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE

 

Veja publicação original: Fim de semana é marcado por três casos de violência doméstica

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Ocorrências ocorreram no fim deste domingo em Itapoã, Recanto das Emas e Vila Telebrasília

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Dois casos passionais e um de pedofilia foram registrados no fim deste domingo (9/12). Em menos de duas horas, a Polícia Militar (PM) foi acionada para atender ocorrências em Itapoã, Recanto das Emas e Vila Telebrasília, as três envolviam crimes entre familiares. Todos os acusados foram encaminhados para delegacias.

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Por volta das 20h10, um homem de 30 anos foi preso em flagrante após agredir a companheira, de 27, em uma bar na Vila Telebrasília. Quando os policiais, acionados por pessoas que presenciaram a cena, chegaram ao local, o agressor negou o crime. Entretanto, imagens do circuito interno de segurança do estabelecimento comprovaram as agressões. O homem foi levado para a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e enquadrado na Lei Maria da Penha.

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Após cerca de uma hora da primeira ocorrência, às 21h30, a PM foi acionada no Recanto das Emas. Um pai foi acusado pela mulher de abusar sexualmente do filho do casal, de 6 anos. Devido à insistência da mulher em acusar o companheiro, o homem de 37 anos foi levado até 27ª DP (Recanto das Emas), onde, após o relato da mãe da criança, a ocorrência foi registrada e, segundo a Polícia Civil (PCDF), segue em apuração.

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O último caso ocorreu por volta das 22h, no Itapoã. A PM foi acionada a respeito de uma possível situação de Lei Maria da Penha, mas, ao chegar ao local, se deparou com uma briga entre duas mulheres. De acordo com a PCDF, as acusadas são ex-mulher e atual companheira de um homem e a confusão foi motivada por ciúmes. Ambas estavam lesionadas e foram levadas para a 6ª DP (Paranoá). Elas foram autuadas por lesão corporal.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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