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Famoso folclorista chileno acusado de assediar e estuprar três mulheres

Saiu no site UNIVERSA

 

Veja publicação original:  Famoso folclorista chileno acusado de assediar e estuprar três mulheres

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O reconhecido folclorista chileno Tito Fernández “El Temucano” prestou esclarecimentos à Polícia em Santiago nesta terça-feira (18) depois que três mulheres o acusaram de assédio e estupro dentro de uma seita que o artista liderava.

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Com uma carreira de quase 50 anos e mais de 40 discos gravados, Fernández é um dos mais famosos folcloristas chilenos e, por isso, as revelações feitas pelas três mulheres em uma reportagem da revista The Clinic há alguns dias provocaram um verdadeiro escândalo.

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Elas o acusaram de tê-las assediado e estuprado e, posteriormente, denunciaram à Justiça.

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Fernández, de 76 anos, prestou esclarecimentos por quatro horas na Brigada de Crimes Sexuais da Polícia de Investigações (PDI), após o qual admitiu à imprensa ter feito sexo com as denunciantes, mas assegurou que se trataram de “relações sexuais consensuais adultas e sem maldade”.

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De acordo com a reportagem, Fernández era o líder de uma seita chamada Tallis, na qual entre 2009 e 2010 obrigou estas mulheres a fazer sexo com ele para que “conectassem suas almas”. As mulheres disseram que ele ameaçava expulsá-las da seita se não fizessem o que lhes ordenava “o professor”, como chamava a si mesmo.

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“Nunca houve nada negativo ou feio entre nós, não consigo explicar”, insistiu Fernández.

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O caso de Fernández se soma às acusações contra dois outros famosos chilenos. O cineasta Nicolás López testemunhou em novembro à Promotoria na qualidade de acusado por abuso sexual de uma modelo quando era menor de idade, além de outras seis mulheres.

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Enquanto isso, a Justiça chilena investiga desde abril o diretor Herval Abreu, conhecido como o “czar” das telenovelas chilenas, denunciado por atrizes de abuso sexual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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