HOME

Home

Estados Unidos aprovam lei para combater assédio sexual no Congresso

Saiu no site EBC

 

Veja publicação original:   Estados Unidos aprovam lei para combater assédio sexual no Congresso

.

O Congresso dos Estados Unidos aprovou hoje (13) uma lei para combater o assédio sexual na Câmara dos Representantes e no Senado, além de mudar a forma como os órgãos lidam com as denúncias.

.

A nova lei estabelece, por exemplo, que os políticos acusados de assédio sexual deverão pagar os acordos econômicos que fizerem com as vítimas do seu próprio bolso, não com recursos públicos, como podia ser feito até então.

.

O texto agora vai à sanção do presidente Donald Trump.

.

A líder democrata na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, classificou a lei como um “avanço histórico” para defender a dignidade humana e evitar novos abusos no Congresso.

.

“Esse projeto de lei protege todos da nossa comunidade legislativa de abusos no local de trabalho e ajuda a fomentar um clima de respeito”, disse Pelosi em comunicado.

.

O acordo final para votar o projeto de lei é resultado do movimento Me Too (Eu também), que revelou uma série de escândalos de abusos sexuais em diferentes setores do país e também sacudiu o Capitólio ao longo deste ano.

.

O senador Al Franken, do estado de Minnesota, renunciou ao cargo depois de ser acusado por várias mulheres de ter uma conduta sexual inadequada. Na Câmara de Representantes, vários congressistas, como Blake Farenthold, do Texas, usaram recursos públicos para firmar acordos com vítimas de assédio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

Veja também

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

HOME