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Empoderamento: projeto estimula a participação de mulheres na área da tecnologia

Saiu no site G1

 

Veja publicação original: Empoderamento: projeto estimula a participação de mulheres na área da tecnologia

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“Anitas” trabalha para incentivar a inserção feminina em segmento em que ainda predomina a atuação de homens

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Um grupo em Florianópolis é um exemplo de como mulheres podem se empoderar para enfrentar preconceitos em profissões dominadas na maioria por homens.

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“Anitas é um movimento para trazer mais mulheres e meninas para o setor da tecnologia e do empreendedorismo tecnológico. A gente sabe que esse é um problema mundial, de ter poucas mulheres neste setor e a gente está trabalhando fortemente para poder ajudar as mulheres que já atuam neste setor a permanecer neles e tentar trazer mais meninas”, explica a idealizadora projeto Julia Machado Pinto.

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Desde 2015, uma das frentes do projeto é capacitar meninas para atuar no ramos de tecnologia. A estudante do Ensino Médio Bruna Almeida, de 16 anos, afirma que mudou de vida depois de participar das ações do Anitas. “Eu posso ser o que eu quiser, se eu quiser ser uma programadora, eu posso programadora, eu vou ser programadora. Se eu quiser ser uma policial, eu posso policial, eu vou ser policial, eu tenho capacidade para ser policial”, afirma.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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