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Diferença salarial entre homens e mulheres deveria ser proibida por lei, diz Manuela

Saiu no site BBC BRASIL: 

 

Veja publicação original: Diferença salarial entre homens e mulheres deveria ser proibida por lei, diz Manuela

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A deputada estadual gaúcha Manuela d’Ávila é hoje uma das principais lideranças do seu partido, o PC do B, e foi escolhida pela legenda para ser sua pré-candidata à Presidência, a primeira desde a redemocratização.

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Em todos os últimos pleitos, o partido apoiou o Partido dos Trabalhadores. Com as vítórias de Lula e Dilma, esteve na base do governo federal até 2016. Agora, pleiteia um espaço próprio na disputa pelo cargo máximo do Executivo nacional.

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Manuela é jornalista e foi alçada à política por seu envolvimento com o movimento estudantil. Caso de fato seja confirmada na disputa – uma possibilidade em aberto após o governador do Maranhão, Flávio Dino, também do PC do B, defender que a esquerda se una em torno de Ciro Gomes, do PDT -, será, aos 36 anos, a segunda mais jovem, superada em um só ano por Guilherme Boulos, do PSOL.

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Seria sua sétima eleição. Ela já foi vereadora de Porto Alegre, sua cidade natal, e deputada federal entre 2007 e 2015, quando disputou e conquistou uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Mas, nas duas vezes em que concorreu a um cargo no Executivo, a prefeitura da capital gaúcha, foi derrotada.

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Manuela agora percorre o país para se apresentar como alguém que representa a renovação na política “sem negá-la ou fazer cara feia para ela”. Em passagem por São Paulo, a deputada conversou com a BBC Brasil sobre suas ideias e propostas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

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https://youtu.be/gVve8DpXbkA

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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