Saiu no site O GLOBO
Brasileiras se sentem especialmente ‘exaustas’, mas psicanalista alerta para risco do heteropessimismo
os últimos três anos, a empreendedora Leticia Filipim, 40, viajou para a Tailândia, para a África, passou um tempo morando na Califórnia, adotou um estilo de vida nômade, emagreceu 10 kg e abriu um novo negócio. Tudo isso enquanto cuidava da mãe, que tem problemas de saúde, saía com as amigas e fazia cursos.
O que Leticia não tem feito é investir na chamada “vida amorosa”. Ela sai eventualmente com homens, mas prefere que não passe de dois encontros para “não complicar”. Não gasta mais tempo em apps de namoro, nem busca conhecer alguém.
— Nada grave aconteceu no meu último relacionamento. Mas eu fui juntando as peças das minhas relações na última década e observando o padrão de comportamento masculino. Eu fui crescendo na minha vida, na parte emocional, no meu negócio, e parece que os homens não evoluem, eles se mantêm naquele estágio ali ‘de garotão brincando de viver’ — avalia.







