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Denunciado influenciador que ameaçou mulheres na internet

Saiu no MPSP

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A 5ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital denunciou nesta quarta-feira (15/3) um influenciador digital por ameaças contra duas mulheres, proferidas em fevereiro deste ano. O acusado pode responder ainda pelo crime de violência psicológica contra mulher.

Responsável por um perfil no Instagram, o denunciado ameaçou de morte uma humorista que publicou vídeos com sátiras aos seus posicionamentos. Na mensagem, ele disse que a vítima tinha 24 horas para retirar do ar o conteúdo, e que depois disso era “processo ou bala”. No mesmo dia, o homem postou vídeo e enviou mensagens com ameaças a outra influenciadora que havia publicado material a respeito dele.

De acordo com a promotora de Justiça Juliana Carosini, as mensagens direcionadas às vítimas foram seguidas por diversas ligações efetuadas pelo homem com o propósito de intimidá-las.

“Não bastasse, ele também efetuou uma postagem em suas redes sociais, a fim de que seus seguidores fizessem o mesmo, causando dano emocional e psicológico às vítimas, para controlar suas ações”, acrescenta a denúncia.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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