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Denúncia de violência doméstica leva polícia a descobrir fábrica artesanal de armas em Caucaia

Saiu no site DIÁRIO NORDESTE

 

Veja publicação original:   Denúncia de violência doméstica leva polícia a descobrir fábrica artesanal de armas em Caucaia

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Segundo a polícia, o suspeito preso fornecia armas para para treinamento de membros de facção criminosa

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Uma fábrica artesanal de armas foi desativada no Bairro Jardim Icaraí, em Caucaia, durante a noite desta quinta-feira (19). Policiais militares foram até o local após receber uma denúncia de violência doméstica. O suspeito de ser o responsável pelo local e pelas agressões foi preso.

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Segundo a polícia, o suspeito era “armeiro” de uma facção criminosa e fornecia as armas para para treinamento de criminosos.

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Após receberem a denúncia, os agentes chegaram até a residência e encontraram José Feitosa Veras, de 49 anos de idade, agredindo e ameaçando a companheira com uma arma. Os policiais deram voz de prisão ao suspeito, que se rendeu sem reagir.

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De acordo com o Capitão Bandeira, da Polícia Militar, foram encontrados três revólveres, uma metralhadora, uma arma artesanal, uma pistola, mais de 200 balas e ferramentas para a fabricação das armas.

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O material e o homem foram levados para a Delegacia Metropolitana de Caucaia. A companheira, que não foi identificada, foi ouvida e em seguida liberada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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