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Comunidade de mulheres trans cria cantina comunitária para alimentar pessoas necessitadas durante pandemia

Saiu no site Redação CONTI outra

Veja a publicação original: Comunidade de mulheres trans cria cantina comunitária para alimentar pessoas necessitadas durante pandemia 

 

Elas integram um grupo que costuma sofrer todo tipo de preconceito da sociedade. Ainda assim, resolveram converter o ódio em amor e espalhar o bem.

Membros da comunidade de mulheres transexuais e transgêneros da cidade de Toluca, no México, abriram uma cantina comunitária para oferecer alimento a pessoas em situação de vulnerabilidade diante da crise instaurada pela pandemia de COVID-19.

A ideia é apoiar a todos que precisam, mas principalmente os mais marginalizados, que são as pessoas em situação de rua e aqueles que vivem de profissões que não são bem aceitas pela sociedade.

Tanya Vega, fundadora da comunidade Las Famosas de Toluca, explica que a cantina também é aberta a vítimas de violência, maiores de 50 anos ou qualquer pessoa que tenha perdido o emprego devido à contingência da saúde.

A ativista contou ainda que até agora a única ajuda que receberam é de associações civis e vizinhos que aderiram à campanha. A campanha busca obter apoio dos governos estadual e federal para expandir a ajuda da sala de jantar, mas até agora eles não receberam uma resposta.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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