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Celina, plataforma de gênero e diversidade do GLOBO, recebe Prêmio CEBDS de Liderança Feminina

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Veja publicação original:  Celina, plataforma de gênero e diversidade do GLOBO, recebe Prêmio CEBDS de Liderança Feminina

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Iniciativa do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável reconhece lideranças femininas e projetos que contribuem para os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas

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Produzir alimentos respeitando o meio ambiente e as pessoas. Dar visibilidade ao impacto da falta de saneamento na vida das brasileiras. Criar políticas de diversidade e equidade de gênero em um banco. Incluir e empoderar mulheres na sociedade. As iniciativas acima são obras de quatro executivas contempladas com o Prêmio CEBDS de Liderança Feminina , entregue na quinta-feira (6 de setembro), em São Paulo. A plataforma de gênero e diversidade do GLOBO, Celina , ganhou uma menção honrosa.

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Cristiane Lourenço é gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer Crop Science. Com sua equipe e parceiros, ela trabalha com foco na produção de alimentos com respeito ao planeta e as pessoas. Teresa Vernaglia , presidente da BRK Ambiental, comandou uma pesquisa que indicou que a falta de saneamento prejudica ainda mais a vida das mulheres. Ou seja, saneamento básico é fundamental para a equidade de gênero. Laura Cristina Porto , diretora de renováveis da Neoenergia, trabalha para incluir e empoderar mulheres. As três venceram na categoria Empresas Associadas.

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Já Glaucimar Peticov , diretora executiva responsável pelas áreas de Recursos Humanos, Marketing, Ouvidoria e PMO do Bradesco, foi quem teve a ideia para que o banco aderisse aos princípios de empoderamento das mulheres da ONU. ela venceu na categoria voto popular.

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Os projetos Schneider Electric de Desenvolvimento da Liderança Feminina, da Schneider Eletric, e Menina-Mulher, da Alcoa, conquistaram o prêmio na categoria Iniciativa Novas Líderes.

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A edição 2019 do prêmio premiou também projetos sociais voltados para o empoderamento e a capacitação de mulheres. Todos as iniciativas inscritas que cumpriram as exigências do edital foram apresentadas às empresas associadas. Cinco entre elas estão sob avaliação para serem “adotadas” por um ano.

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Celina , a plataforma de gênero e diversidade que O GLOBO lançou no 8 de março, Dia Internacional da Mulher, foi homenageada com uma menção honrosa por sua contribuição pela igualdade de gênero. A editora executiva da redação integrada O Globo, Extra e Época Maria Fernanda Delmas recebeu o prêmio.

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Em sua terceira edição, o Prêmio CEBDS de Liderança Feminina visa contribuir para que o país cumpra os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas — uma medida da ONU para que a igualdade de gênero seja alcançada até 2030. A iniciativa do prêmio é do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, que reúne 60 grupos empresariais brasileiros e promove a articulação entre governo e sociedade civil, além de divulgar o conceito de desenvolvimento sustentável.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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