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Caso Marielle Franco: Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de vereadora

Saiu no site REVISTA MARIE CLAIRE

 

Veja publicação original: Caso Marielle Franco: Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de vereador

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A Delegacia de Homicídios investiga se Renatinho Problema, como é conhecido, estava no carro que levava o assassino de Marielle e do motorista dela, Anderson Gomes

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O ex-policial militar Renato Nascimento Santos foi preso na manhã desta terça-feira (18) suspeito pelo envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco, morta no dia 14 de março deste ano, no Rio de Janeiro, pelos policiais da 84ª DP (Márica).

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De acordo com o G1, a Delegacia de Homicídios investiga se Renatinho Problema, como é conhecido, estava no carro que levava o assassino de Marielle e do motorista dela, Anderson Gomes.

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Renatinho Problema foi preso em Guapimirim, na Baixada Fluminense, e tem dois mandados de prisão contra si: por homicídio e outro por porte ilegal de arma. O ex-PM é apontado como integrante da milícia de Orlando Curicica, citado em delação como o mandante da morte de Marielle. Orlando, que está preso, nega o crime e diz que foi forçado a assumir a autoria, informou o G1.

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Outro ex-PM que acompanhava Renatinho foi preso em flagrante por porte ilegal de arma.

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Em nota ao jornal Extra, a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que a prisão do ex-PM ocorreu porque, contra ele, havia um mandado de prisão pendente “em investigação de homicídio conduzida pela Delegacia de Homicídios da Capital, para onde será levado para prestar depoimento. O mandado não é referente ao inquérito do caso Marielle e Anderson”.

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Motivação do crime
O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Richard Nunes, afirmou, em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, que a vereadora foi morta por milicianos que viam nela uma ameaça a negócios de grilagem de terras na Zona Oeste do Rio.

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“Era um crime que já estava sendo planejado desde o final de 2017, antes da intervenção. Ela estava lidando em determinada área do Rio controlada por milicianos, onde interesses econômicos de toda ordem são colocados em jogo”, afirmou Nunes ao Estadão. “O que leva ao assassinato da vereadora e do motorista é essa percepção de que ela colocaria em risco naquelas áreas os interesses desses grupos criminosos”, explicou.

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Marielle Franco (Foto: Reprodução / Instagram)
Marielle Franco (Foto: Reprodução / Instagram)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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