HOME

Home

Brasil está em 90º lugar em lista de igualdade de gêneros

Saiu no site PLENO NEWS:

 

Veja publicação original:   Brasil está em 90º lugar em lista de igualdade de gêneros

 

 

País caiu 11 posições desde o ano passado; Ranking tem 144 nações

 

Um levantamento feito pelo Fórum Econômico Mundial colocou o Brasil em 90º lugar no ranking que mede a igualdade entre homens e mulheres. O estudo mostrou que o país caiu 11 posições desde o ano passado, quando estava em 79º lugar. Foram analisados 144 países.

 

Desigualdade de gênero voltou a crescer no mundo Foto: Pexel

De acordo com o relatório Global Gender Gap Report 2017, níveis relacionados à saúde e à educação estão no mesmo patamar, e também há “modesta melhoria” em paridade econômica. Entretanto, a pouca representatividade política puxou o país para baixo.

 

 

Segundo o estudo, dos 513 parlamentares, apenas 51 são mulheres (10%). No Senado, elas ocupam somente 13 das 81 cadeiras. No governo de Miche Temer, as mulheres comandam apenas 2 dos 28 ministérios. Na subcategoria “Empoderamento Político”, o Brasil caiu de 86º para 110º lugar.

 

Embora o levantamento tenha apontado que elas têm maior escolaridade e maior expectativa de vida, as mulheres continuam atrás no quesito igualdade salarial. No geral, a renda média delas corresponde a 58% da dos homens.

 

 

Se comparados há 10 anos, quando os índices foram medidos pela primeira vez, o relatório aponta que a desigualdade de gêneros voltou crescer no mundo.

 

 

 

 

 

 

…..

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

Veja também

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

HOME