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Bessie Stringfield: quebrando tabus em cima de uma moto

Saiu no site MULHERES TRANSFORMADORAS

 

Veja publicação original: Bessie Stringfield: quebrando tabus em cima de uma moto

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Você já ouviu falar sobre a americana Bessie Stringfield? Negra, mulher e apaixonada por sua Harley-Davidson, Bessie resolveu viver a vida do seu jeito e não hesitou em quebrar barreiras sociais e físicas para realizar seus sonhos. Isso tudo na década de 30, quando as leis de segregação racial estão em alta nos Estados Unidos. Nascida em 1911, Bessie conseguiu sua primeira moto quando ainda era adolescente. Ela aprendeu a dirigir sozinha e, aos 19 anos, jogou uma moeda sobre um mapa e decidiu que esse seria o destino de sua primeira aventura sobre duas rodas pelo país – completamente sozinha.

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Todas as dificuldades da época, inclusive a falta de pavimentação nas rodovias, nunca foram um empecilho para Bessie, que viria a se tornar a primeira mulher negra a viajar por todos os 48 estados americanos – feito que ela repetiu mais oito vezes ao longo da vida.

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Durante a Segunda Guerra, foi escalada para trabalhar como mensageira, levando material de uma unidade militar para outra pelo país. A jovem sentia na pele as consequências de ser alguém tão desbravador em uma época tão retrógrada. Muitas vezes foi recusada em hotéis, o que a levou a dormir na rua ou em casas de outros negros que ofereciam abrigo. Também sofreu preconceito de motociclistas que se recusavam a aceitá-la nos grupos (os negros só seriam permitidos em clubes de motociclismo duas décadas mais tarde).

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Em suas andanças, passou pelo Haiti, pela Europa e até pelo Brasil. Depois, já na década de 50, mudou-se para Flórida Bessiee estudou Enfermagem. Ela participava frequentemente de corridas e, dizem, dirigiu sua moto até pouco antes de morrer, aos 82 anos, em 1993.

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Atualmente, Bessie é uma mulher transformadora e um dos grandes nomes do Motorcycle Hall of Fame dos EUA. A Associação Americana de Motociclismo até hoje concede o prêmio Bessie Springfield a pessoas que inovam no campo do motociclismo.

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Com informações de Meu Lifetime.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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